Felicidade Organizacional

Organizações com colaboradores felizes são mais produtivas e sustentáveis

Organizações felizes apresentam maior produtividade porque as pessoas faltam menos, têm menor intenção de turnover e sentem-se mais motivadas e comprometidas. Na atualidade, a felicidade organizacional assume-se como um fator de gestão diferenciador e estratégico, que potencia não só a sustentabilidade da empresa, mas também a retenção e atração de talento. A remuneração salarial não é, de todo, o único fator que contribui para a satisfação dos colaboradores. Aspetos como o desenvolvimento pessoal, o ambiente interno, o reconhecimento e o sentimento de confiança são cada vez mais valorizados. Por isso, torna-se fundamental investir em atividades que visem a qualidade de vida dos colaboradores e em atitudes que potenciem o compromisso organizacional.

A felicidade organizacional é o novo paradigma de gestão de pessoas, que promove o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.

Trabalhadores a saltar, felizes, satisfeitos, envolvidos e motivados

estudos

“Encontra um trabalho que te deixe feliz e nunca mais terás que trabalhar”

Equipa multidisciplinar a dar as mãos, que simboliza trabalho em equipa, satisfação, produtividade e felicidade organizacional

DUTSCHKE, Georg – Happiness Works. LISBOA. Atlântica University Higher Institution, 2016.

Nos últimos anos, verifica-se que existe, por parte das empresas, um aumento das preocupações relacionadas com a felicidade no trabalho. De facto, existem cada vez mais estudos que comprovam que este ativo de difícil mensuração é fundamental para o sucesso das organizações, tornando-se um fator distintivo para aumentar a competitividade das mesmas. Estudos realizados indicam que a qualidade da gestão em Portugal é baixa e as dimensões mais críticas estão ligadas à gestão de pessoas. Em 2016, foi realizado um estudo que avalia a felicidade organizacional dos colaboradores onde se concluiu que, se as empresas fossem mais felizes, a sua produtividade aumentaria em 19%, o absentismo diminuiria cerca de 36% e a rotatividade diminuiria em 45%.   

+ %
PRODUTIVIDADE
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ROTATIVIDADE
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ABSENTISMO